quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Você é meu diamante
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Madrugada
sábado, 28 de agosto de 2010
A viagem
"Interessante, porque nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...
Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que acreditamos que farão conosco a viagem até o fim. Nossos pais.
Não é verdade.
Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto.
Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós. Nossos irmãos, amigos e amores.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio.
Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no trem há também outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.
Muitos descem e deixam saudades eternas.
Outras tantas viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seu assentos, ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que, nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso.
Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
Sabemos que esse trem jamais volta (...) "
(Autor desonhecido)
O pior de tudo é saber que não podemos controlar a entrada e a saída das pessoas. Por mais que a gente queira, isso é incontrolável.
Não sei se isso é bom ou ruim. Ainda falta descobrir.
Por momentos, sim.. tenho recebido pessoas maravilhosas na minha vida.
O risco dessa viagem é grande. É preciso, as vezes, fechar a porta do vagão para outros. Mesmo contra sua vontade.
Mas riscos existem para serem enfrentados. Corajoso é aquele que enfrenta. Nesse ponto, me considero corajosa. Até demais. Quanto ao resto, eu nunca vou entender.
Vou conservar as pessoas que estão no meu vagão hoje e que, apesar de todos os defeitos do mundo, permanecem ao meu lado.
Outras estarão no outro vagão, logo ali, as acompanharei por pensamento e memórias.
E as que desceram (por escolha ou não) ... é a vida. Nem tudo é pra sempre.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O elo.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
O alpinista
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A mudança na face de um sorriso
segunda-feira, 7 de junho de 2010
O encontro
Por Nicole Briones
Há três anos, conheci uma Cynthia nas cores do arco íris. Ela representava exatamente tudo o que eu evitava: um alarde.
Ela me acolheu quando eu achei que era eu quem a ajudava. Ninguém queria estar por perto de uma pessoa tão amarga quanto eu estava, mas ela se dispôs. Ainda assim, era difícil caminhar com alguém que chamava tanta atenção. Eu me escondia, mas ela brilhava.
Até que a lagarta fechou-se no casulo, passou ali um tempo, e virou o que é hoje. Não digo que é borboleta, ela apenas cresceu, e muito. Potencial garantido para se tornar uma grande mulher.
Creio que sua maior virtude seja a compreensão. Posso dizer que ninguém respeita, entende, e é tão disposto quanto ela. Lealdade que valorizo muito, mesmo que os contratempos não me permitam demonstrar. Ela sabe.
Acompanhei todos os pequenos dramas da Cynthia desde então, sempre tentando lhe mostrar o quão ínfimos eram. Conviver com ela reserva boas surpresas. Às vezes, sinto que criei um monstro.
Ela toma forma agora, aberta, dando a cara à tapa sabendo que já não sente mais dor.
